A Relação entre Cliente e Designer

19 Jun 2017

 

 

 

A relação entre cliente e designer pode ser, algumas vezes, muito desafiadora. Isso porque, no conhecimento popular, o trabalho em projetos de design deve ser guiado pelo gosto do contratante, enquanto, na verdade, existe uma série de técnicas e estudos a cerca do processo de criação, inclusive a abordagem do profissional.

 

Outro factor de acentuar num mau relacionamento entre ambas as partes é a incerteza da entrega de um produto satisfatório.

 

Muitas pessoas procuram empresas já insatisfeitas com projetos antigos que não deram certo e, assim, receosas com a contratação de um novo designer. Uma das maneiras para que a escolha do profissional seja acertada é buscar referências e opiniões sobre a satisfação de outros clientes. 

 

Confira  como o relacionamento entre o designer e o cliente deve ser para que ambos obtenham o máximo de proveito no processo.

 

 

 

 

I - Cumplicidade de ideias

Para se obter grandes resultados, é preciso que as mentes e o raciocínio de ambos estejam ligados, mesmo que indirectamente. Desse modo, o projeto irá tomar forma mais depressa do que se  possa imaginar. Para isso é preciso diálogo, troca de pensamentos e compartilhamento de ideias, o que requer tempo.

 

 

 
 
II – Esclarecimento do que se deseja

Caso haja cumplicidade de ideias, a compreensão é conquistada mais fácil e, consequentemente, o esclarecimento. Quando o cliente e o designer conseguem “falar a mesma língua”, o projeto... por assim dizer, "ANDA". 

 

 

III – Reconhecimento do nível de habilidade e entendimento

O cliente que conhece um pouco ou muito sobre design, virá com todo o Briefing e o profissional só terá que reproduzir a ideia proposta. Mas caso o ele não perceba sobre o assunto, é preciso que entenda que nem todos os seus palpites poderão ser utilizados. Assim, ele precisará, ainda mais, de contar com uma boa ideia e um bom profissional. O reconhecimento do próprio contratante sobre o tanto que ele sabe sobre o assunto é de extrema importância, e evita vários transtornos.

 

 

IV – Pensamento abrangente

Como muitas vezes os clientes não entendem muito bem o que eles mesmos querem, é preciso que o designer sirva como um auxiliar. Ele deve ajudar a completar a linha de raciocínio que se está a tentar traçar. Por isso, o profissional deve ter um pensamento abrangente, capaz de ver além do que está a ser proposto, tendo cuidado para fugir do que foi sugerido pelo cliente.

 

V – Esclarecimento de preço e da forma de trabalho

O designer precisa deixar bastante claro para seu cliente a maneira como trabalha, e o preço que será cobrado pelo projecto. Nunca se deve fazer um orçamento após o projeto, porque o contratante muitas vezes pode pensar que com o mesmo valor, ele teria um resultado muito melhor do que o esperado.

 

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